Sou Rodrigo Cunha e meu trabalho é orientado pela psicanálise. Ofereço um espaço de escuta para aqueles que desejam falar sobre seus sentimentos — angústias, repetições e questões que, muitas vezes, não encontram lugar no cotidiano.
A proposta não é oferecer respostas prontas, mas manter um espaço onde algo em você possa surgir a partir da própria fala. Trata-se de um tempo e um lugar onde é possível dizer, sem julgamentos, aquilo que inquieta, mesmo quando ainda não há clareza sobre o que se sente.
Minha formação em psicanálise está em construção contínua, sustentada pelo estudo teórico, pela participação em grupos de estudo e pela experiência de análise pessoal. Graduando em Filosofia, o que contribui para uma escuta atenta à linguagem, ao pensamento e às formas singulares com que cada um vive suas experiências.
Entendo a formação em psicanálise como um percurso que não se encerra, mas que se constrói ao longo do tempo — na relação com o saber, com a própria experiência e com a escuta do outro.
A escuta psicanalítica não se orienta por aconselhamentos ou julgamentos. Trata-se de um espaço onde você pode falar livremente, no seu tempo, permitindo que aquilo que insiste — mesmo sem nome — possa ganhar forma em palavras. Muitas vezes, o sofrimento não está apenas no que é vivido, mas na forma como certas situações se repetem sem que se saiba exatamente por quê. A fala, nesse contexto, pode abrir possibilidades de mudanças.
Este espaço é voltado para pessoas que sentem ansiedade ou angústia frequente, enfrentam dificuldades nos relacionamentos, percebem repetições em suas experiências ou buscam compreender melhor a si mesmas. Não é necessário saber exatamente o que dizer — basta estar disposto a falar.
A psicanálise não propõe um ideal de normalidade ou de felicidade. Ela se orienta pela singularidade de cada sujeito. Se você sente que algo se repete, que algo insiste, ou que há questões que não se resolvem apenas pensando sobre elas, talvez seja o momento de encontrar um espaço onde isso possa ser dito.